domingo, outubro 29, 2006

Post rapidssimo!

Aproveitando os últimos 3 minutos na lan...rss...

Final de semana maravilhoso:

Showzaaaaço dos Los Hermanos... :)
Amizades a 1000
Planos para uma semana barbara...

Agora é só aprender PHP...kkkkkkkkkkkkkkkkkk...

Pra quem eu vi nesse finde, beijaaaao
Pra quem eu nao vi, beijao tbm! :)

terça-feira, outubro 17, 2006

Dia difícil


Oscilando entre a vontade de fazer e o desejo de jogar tudo para o alto.
Testando meus limites de moral.
À procura de um rumo, um sentido, uma pessoa, uma causa.



Preciso urgentemente de um curso para administração do tempo. Porque o meu está muito, muito escasso.
Entre as coisas que eu queria fazer estão: estudar design de interfaces e gerência de projetos, pensar em como criar um movimento sósingular, organizar pilhas intermináveis de ordens de serviço de uma vez por todas, planejar minha ida ao Erecomp, reencontrar amigos a quem estou devendo tapiocas e afins.
Quando eu achava que as coisas não poderiam ficar piores, descubro que tenho um projeto de PHP para entregar até a próxima quarta-feira. O detalhe é que faz um certo tempo que não programo uma única linha para web. E não tenho tardes livres pra relembrar. Minhas tardes estão recheadas de relatórios, cortes e cobranças. Posso?
Tudo isso, junto com poucas horas de sono e uma crise de garganta em estágio inicial, me fez ficar muito mal ontem. Cansada de todos, sem interesse para produzir coisa alguma, querendo mudar absolutamente, mas ainda sem saber o que mudar, como, quando...
Como Deus não deixa ninguém em absoluto desamparo, tenho o alento de, no auge da minha desesperança, encontrar com um dos meus mentores em Informática, um cara que me ajuda muito desde que enveredei por esse campo, virou um dos meus melhores amigos, e que eu não via há tempos. Uma conversa muito bem-humorada me fez relaxar um pouco.
Infelizmente, ainda não vejo solução. Falar em estímulo e motivação parece grego quando não se tem uma necessidade básica: descanso.
Minha mente prática requer soluções. Ainda não achei nenhuma.
É.
Acho que é hora de exercitar a paciência.

quarta-feira, outubro 11, 2006

SÓSINGULAR (não, não escrevi errado)

Sabe aquela sensação maravilhosa de que você não está sozinho no mundo? Que você não é o patinho feio? Que você não é a pessoa mais desajustada no universo? Estou me sentindo assim.
Não sou desajustada.
Não sou estranha.
Não sou puritana.

Sou apenas...

Uma
SÓSINGULAR!!!!

Sósingular, sósingular, sósingular, sósingular, sósingular...

A VIDA NÃO É MARAVILHOSA?!?!?!




Antes que alguém me xingue de doida ou insensível por deixar ficar repetindo uma palavra estranha, segue abaixo a definição:

SÓSINGULAR s. pessoa que gosta de ser solteira (mas não se opõe a ter um relacionamento) e geralmente prefere estar sozinha a namorar só pra fazer parte de um casal. De características únicas e espírito otimista, uma personalidade única, que transcende o estado civil.

Ver também: romântico, idealista, independente.


Ufa...passada a emoção inicial, deixa eu escrever com calma.
A história é a seguinte: estava eu no shopping (ou seja, na livraria Sodiler). Não pretendia comprar nada, apenas estudar minhas próximas aquisições. Seleciono 4 títulos e vou para o mezanino folhear: "O laptop de Leonardo" (ótima iniciação ao estudo de interface/interação humano-computador), "O Diabo veste Prada" (que me fez ter muitas crises de riso, educadamente reprimidas), "Inteligência Corporal" (é, eu quero emagrecer um pouquinho. Mas folheando vi que não vai ser com esse livro) e, finalmente...

Este: O GUIA DE REFERÊNCIA DO SÓSINGULAR



O livro que eu precisava. Ou melhor, usando os termos em que o descrevi para minha mãe, O LIVRO DA MINHA VIDA.

Assim que eu der mais uma lida no livro (porque o devorei rapidamente em menos de 2 horas), pretendo escrever um artigo sobre o movimento sósingular. Mas por hora, vamos a um resumo básico para os não-iniciados:
O movimento sósingular (ou quirkyalone, em inglês) foi criado pela americana Sasha Cagen, num acaso que se não fosse tão casual, seria inacreditável. Depois de (mais) um Ano-Novo sem beijos, ela sai com duas amigas e a palavra vem à sua mente. E esta palavra é o o conceito que nomeia um estilo de vida, uma personalidade, uma situação: a daquelas pessoas (predominantemente mulheres) que são muito felizes consigo mesmas (e que também encaram relacionamentos, desde que valham a pena) , mas que a sociedade insiste em empurrar para o casamento.
O movimento iniciou-se no ano 2000, mas a edição deste milagroso livro aqui no Brasil é de abril de 2006. Nos EUA já existem grupos de sósingulares e o Dia do Sósingular (intencionalmente - ou não - comemorado do dia 14 de fevereiro, que é o Dia dos Namorados por lá).
Esse fenômeno de ressaltar a garota e a mulher solteira já era uma tendência desde Sex and The City. Mas agora o que se prevê (para minha felicidade) é o surgimento de uma verdadeira tribo, até então oculta e dispersa de sósingulares.


Bem, por enquanto é só. Mas acho que vou aproveitar esse feriado para criar uma cobertura completa sobre sósingulares em português, já que o Google retornou apenas 10 resultados dessa palavra.

Agora que já compartilhei a novidade, posso assistir aula em paz.
Ou não, já que não paro de pensar no artigo e nas amigas que são sósingulares, mas que ainda não sabem disto.

terça-feira, outubro 10, 2006

É pique, é pique, é hora, RÁ-TIM-BUM!


Meus parabéns especialíssimos vão para duas pessoas maravilhosas:
  • Jefferson: colega de turma, em SI, desde 2004. Um puliça rodoviário federal muito do mala. Gente fina, adorador do Deus Metal, apaixonado por Monza, ótimo orador, pai de crianças muito fofas. De vez em quando passa semanas sem assistir aula, sempre colocando a culpa nos pobres sem-terra. Ultimamente ele jura que pensa que acha que pode julgar o peso de todo mundo só porque emagreceu uns quilinhos. E está me devendo material fotográfico do Parlatorium.
  • Jacqueline: amiga desde o tempo em que eu usava tamanho 16 (faz tempo, muuito tempo). Mais especificamente, nossa amizade já tem mais de uma década. Garota pra lá de inteligente, tem talento pra escrita, tentou ir contra a vocação e fazer Enfermagem, mas hoje está muito bem obrigado no curso de Jornalismo. O aniversário dela passou já há algum tempo, mas nunca é tarde pra desejar coisa boa, né mermo?

A vocês dois, que entraram na minha vida em momentos bem diferentes, desejo tudo o que há de bom no mundo: saúde, paz, sucesso, felicidade, amor, dinheiro, chocolate, vinho tinto, 10 horas de sono...enfim, TUDO!

Bloqueio criativo

Por mais de uma vez comecei a escrever posts, mas nada publiquei. Dois não foram adiante por falta de material fotográfico (culpa do Jefferson, que faz aniversário hoje) e um, por excesso de conteúdo (seria um comentário sobre o debate entre candidatos à presidência).
Sobre isso de excesso de conteúdo, tenho um problema engraçado: às vezes eu divago (ou "viajo") demais quando vou escrever um texto. Começo num ponto de partida e mudo o rumo do texto completamente. Outras vezes, são tantas minúcias que quero comentar, que acaba não saindo muita coisa. No caso do debate, por exemplo, eu gostaria de falar do detalhe em cada fala, da postura "Bush" de Alckmin, das finas ironias do Lula, da fala (a meu ver, desastrada) da Marta Suplicy ao final do debate, enfim: isso não seria um post. Seria uma cobertura de 5 páginas sobre o debate: tecnologicamente impossível.
Então, farei um resumo bem rápido do que deveria estar aqui no Parlatorium, mas não está:

- Perda de um inestimável casaco vinho
- Um debate com cara de embate
- Meu desejo fugaz de estudar Ciências Políticas
- Texto sobre uma aniversariante muito especial: Jacqueline

Enfim, fica aí uma amostra do que poderia ter sido e não foi.
Mas ainda pode ser.

Para finalizar, um site de música muito bom (Portugal) : Cotonete. Fruto da minha mais recente busca por rádios online, este me surpreendeu pelas rádios temáticas que possui. Recomendo :)

quinta-feira, outubro 05, 2006

Post rápido

- Começando a jogar Una Passione e vendo que não tenho muita paciência para joguinhos do tipo Crimson Room ("clique loucamente até aparecer alguma coisa")
- Palestra polêmica e interessante com a delegada regional da SBC
- Me recuperando de um tremendo bolo que levei de Allyson e Allan..rss...
- Já sentindo muita falta dos atuais colegas de trabalho
- Lascada em Programação Web

Dia legal, não?

terça-feira, outubro 03, 2006

Mais frágil do que taça de cristal ao alcance de crianças.

Explico:

A gente jura que é muita coisa, que faz muita coisa, que merece muita coisa. Ledo engano. Estava eu pensando em como faria dúzias de coisas no final de semana e como esta semana seria corrida. Ah, sem esquecer dos planos para a rave deste próximo sábado (07/10), pela qual espero há algum tempo.
Mas eis que no meio do caminho havia um degrau. Uma calçada. E um passo em falso. Resultado? Um dedão inchado, unha roxa e três dias de pernas para o ar, literalmente.
Nada de aula, trabalho ou rave.
A gente não é nada mesmo.

E para completar, o senador do Estado em que eu moro elege Collor como senador. Ainda bem que sou pernambucana...
Sai Heloisa Helena, entra Fernando Collor. E com Lula presidente (pelo menos até dezembro). Não é um contra-senso!?!? Se em 1992 dissessem que isso aconteceria, tachariam a pessoa de louca. Mas, assim é a vida.

Bloco do Eu Sozinho

Procuro desesperadamente por alguém que não sei quem é.
Não sei como se parece, como se veste, como fala.
Mas de vez em quando meu peito se oprime tão fortemente, tal é a minha vontade de achar.
Já pensei ter achado.
Já me enganei.
Já desisti.
Já recomecei a busca.
Já me satisfiz sozinha.
Já quis companhia.
Às vezes o vento me diz que é erro.
Que o tempo se esvai e nada conseguirei.

Mal sabe ele que sou surda.

sexta-feira, setembro 22, 2006


My South Park Version :-D


Quer fazer a sua também? Clique!

quarta-feira, setembro 20, 2006

if (IMC < 18) then "modelo não pode desfilar"


Esta não é necessariamente uma notícia nova, mas só agora é que eu pude comentar. Veja notícia


Causou frisson no mundo da moda a decisão do governo espanhol de impedir que modelos com IMC baixo demais participem de desfiles na Semana de Moda de Madri. Houve até quem dissesse que logo o governo iria querer legislar sobre as cores e os tecidos. Não poderia haver argumento mais absurdo.
O que existe, finalmente, é uma reação ao que todos viam: a excessiva magreza das modelos: fruto do culto excessivo ao corpo e submissão a uma corrente de pensamento de estilistas ("as roupas ficam melhor nas magras").
O fato de proibir não significa ser preconceituoso ou discriminatório: se uma empresa tivesse uma funcionária que mal se aguenta em pé, a obrigaria a continuar trabalhando? Qualquer empresa com um mínimo de humanidade a encaminharia para tratamento. Então porque continuar exigindo cada mísero grama de gordura dessas meninas?
Não costumo acompanhar desfiles de moda, apenas flashes de vez em quando. Numa reportagem que assisti sobre anorexia passaram imagens de modelos desfilando e fiquei chocada: "Como ninguém nota o que está acontecendo? Tal magreza não é normal!". Então fico feliz que mais alguém tenha notado.
Alguns expoentes do mundo fashion atiraram farpas para todos os lados, afirmando que estão querendo culpá-los pelos distúrbios alimentares. Não é bem assim. Em primeiro lugar, há que se preocupar com o bem-estar das modelos que estão atuando e passando por este problema (tido como "mal necessário" por várias esferas). Em segundo lugar, esta imagem projetada como ideal influencia realmente o comportamento de jovens pelo mundo inteiro. Isentar a moda disto é irreal.
Israel e Índia também estão comprando a idéia. Espero que o Brasil também adote. Pelo bem de muitas.

Post relacionado: Errando é que aprende (errata)

terça-feira, setembro 19, 2006

O último suspiro de um chuchu abandonado


Meu dia não foi inspirador.
Foi rotineiro, estranho, chato.
A começar por uma quedinha básica de pressão logo no comecinho do dia.
Depois, uma solidão diferente no escritório.
Mas, estando decidida a escrever, começo a vasculhar por um tema que me inspire.
Não demora muito e acho.
Desta vez o assunto é política.



Já dizem os sábios que política, religião e futebol não se discutem. Como eu não estou discutindo, apenas monologando, o farei com liberdade.
Nas últimas semanas, temos acompanhado investigações sobre a máfia das sanguessugas e das ambulâncias. Mas em algum momento, que não sei precisar qual, tudo isso virou coisa pouca comparado à "máfia" do PT. Deixou-se de ver que as acusações de corrupção vêm desde governos anteriores, com possível (possibilíssima) participação dos políticos tucanos para notar, apenas, que um dossiê foi "comprado" pelo PT.
Não estou dizendo que o PT e a Istoé não compraram. Pode ser que sim, pode ser que não. O problema é ver gente que está enrolada até o pescoço posando de vítima, dizendo que tudo não passa de armação eleitoreira para acabar com sua campanha. Como se a campanha presidencial já não estivesse decidida há tempos.
Isto me soa como uma tentativa desesperada de mudar uma eleição e uma pontuação estagnada por falta de carisma, proposta e apoio (é ridículo ver Serra dizendo que Alckmin é melhor para o Brasil. Sempre que vejo, completo mentalmente a fala dele: "Mas eu seria melhor, claro").
Revoltante.
Ridículo.
E ainda pedir que o caso seja investigado por um órgão isento. Como se a PF não fosse.

segunda-feira, setembro 18, 2006

Odisséia do final de semana

O último final de semana é tema para vários posts, porque foram várias as reflexões vindas de uma noite desastrada. Mas como eu estou com trauma de séries de posts, já que não consigo terminar nenhuma (vide "Enecomp" e "Dicotomias do dia-a-dia") não vou prometer nada. Nada além de um post. Que é este. Se outros vierem, maravilha.


Prólogo
Tudo começou com a descoberta de uma rave no dia 15/09. Geralmente eu me infiltro nas comunidades de música eletrônica no Orkut para descobrir os próximos eventos. Mas esta me veio por scrap. Pensei: "Pow, massa. Um sinal de que devo ir". Entro na comunidade e vejo uma promoção de ingressos. Como estou passando por fase um tanto quanto "pindaibal", decidi ir apenas se ganhasse. Dias depois, resultado: ganhei! Penso: "Bom, agora tenho que ir..."



Viabilidade
Em um dia e meio, eu tinha que tornar viável a minha ida, ou seja: tinha que arranjar companhia. Recruto as meninas superpoderosas (Arwen e Sophia) e chamo aqueles que sei que gostam do estilo. No final das contas, entre convites via Orkut e SMS que nunca chegaram ao destino, vamos eu e Arwen. Sem problemas, afinal, tudo o que quero(emos) é dançar. Ponto importante: Wally me conta de um show que a banda dele (pilgrims) vai fazer na mesma noite e sugere que eu vá primeiro ao show e depois para rave. Como dinheiro é um problema, fico só com a rave, mas guardo a informação para possíveis referências futuras.



Problemas
Na noite de sexta, pretendia chegar em casa no máximo 7 e meia. Mas por acidentes de percurso, atrasos de ônibus e engarrafamento, só vim chegar bem depois de 8 (sinal 1). Cansada e com uma sensação íntima de desânimo. Bom, mas por pura teimosia, vamos à luta. Comer, preparar figurino, esperar ônibus. Esperar ônibus. Esperar ônibus. Repita a atividade por aproximadamente 40 minutos (sinal 2). E Arwen já me perguntando se vou mesmo. Mas eu não disse que sou teimosa?



Chegada
Entre mortos, feridos e risadas, chegamos no Jaraguá quase 23:00. Vamos ao lugar da festa. Triste notícia: perdi o ingresso que havia comprado para Arwen (sinal 3). Lá vamos nós, lisas e loucas, pagar por outra entrada. Ao chegar na bilheteria, em vez dos malucos habituais, dois adultos com jeito de pais dos organizadores (sinal 4). Gente do lado de fora, quando a festa já estava rolando (sinal 5). Bom, compramos e entramos. O som alto era um bom sinal.Ao entrar no local (muito bom, aliás) não havia nem 10 pessoas. E destas, 2 dançando. Na falta de algo melhor, caímos na risada. Tanto sofrimento pra se esbaldar e agora isso! E outra: como tínhamos pensado em amanhecer dançando não havia qualquer plano de local para dormir. E agora, José?Só para não dizer que ouvi tunts-tunts e não dancei, ainda ensaiamos uns passos. O dj era bom, a música ótima, o ambiente legal. Mas não dá vontade de dançar se não tem ninguém mais dançando. A situação estava ficando insustentável. Decidimos esperar até meia-noite. Se nada mais acontecesse, iríamos para o Fábrica (bendito Wally!).



Saída
Meia-noite. Nada de alteração do cenário. Pernas para que te quero. Na saída, uma moça avisou "se sair não pode voltar" e Arwen, mordaz como nunca, retruca: "não pretendemos mesmo voltar". Não ouvi nada disso.



Chegada 2
Chegamos enfim no Fábrica. Eu estava certa de que o ingresso custava 10 reais. Na verdade, 13. Ainda tentamos uma chorada pra ganhar desconto, já que boa parte do show já tinha passado. Mas nenhuma apelação adiantou. Bom, antes pagar 26 reais em ingressos do que em taxi de volta pra casa...Festa estranha, com gente esquisita, mas estávamos muito legais! :-D Embora o show do Pilgrims já tivesse passado (o que nos deixou decepcionadas), ainda havia mais 3 bandas. Então, no meio de teens e emos, lá vamos nós. E eis que encontramos o salvador da noite: Camilo, um companheiro de viagem no Enecomp! E entre apresentações, papo sobre Harry Potter, faculdade e shorts curtos vestidos por homens, foi passando a noite.Shows legais, galera que merece post à parte e a sensação de aventura rolando: "Uma noite no underground de Maceió"..kkkkkkkkkk...Claro que não era a mesma coisa de se esbaldar numa rave, mas isso não é exatamente um problema...



Saída 2
Show curtíssimo do Dance of Days. Pra mim, que não estava vendo muita diferença entre as músicas, eles tocaram apenas umas 6 faixas. Para os entendidos do negócio (Camilo, que fez o favor de nos aterrissar na situação), tocaram umas 12.E eis que tudo termina. São apenas 3 e meia da manhã.Pergunta: o que fazer até o sol nascer?!?!?!??!?!



Indecisão

Primeira opção: ir para o Extra. Afinal, para que serve um supermercado 24 horas?!?!?!
Problema: que ônibus pegar para chegar lá? Quanto custaria ir de táxi?

Segunda opção: seguir o Camilo e a turma dele.
Problema: a turma do Camilo não sabia pra onde ir.

Opção escolhida: a 2ª, CLARO!
Enquanto esperamos a decisão, passaporte e coca-cola.

...



Decisão
Decisão tomada: cada um da turma do Camilo ia pro seu canto. E agora, José?

Camilo decide ficar e esperar amanhecer (VALEEEEEU, MOÇOO!!!). Daí, nos arranjamos nos degraus da administração do porto de Maceió da maneira que deu. Mazela absoluta e total! Impossível não lembrar de Poços!Não fomos os únicos malucos a ficar. Havia mais umas 8 pessoas. Todos unidos, todos protegidos. E no meio da galera, até reencontramos uma antiga colega de turma nossa...(ê cidade pequena!). Chuvinha fina para completar a noite, motoristas meio altos escalando o gelo baiano e alarme de uma fábrica disparando. Todos felizes! :-D

Horas depois, com o céu já claro, eu agradecia aos céus por tudo estar acabando bem, sem maiores danos. Mas eis que de trás do Fábrica vem 2 garotas correndo que nem loucas. Perguntamos o que era. Alguém disse: "assalto". Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhh...LOGO AGORA QUE TUDO TAVA INDO TÃO BEM!?!
Saímos correndo sem saber pra onde ir nem onde se esconder. Foi a primeira vez que me vi numa situação arriscada e não tive uma crise de riso. Acho que é porque eu já tinha rido a noite toda.
Até agora não sei bem o que é que houve. Sei que o susto foi um despertador maravilhoso: não tinha mais vestígio de sono nenhum..rss...
Indo para o ponto, esperar o ônibus por pouco tempo. Depois, me manter acordada até chegar em casa. Chegando, um único pensamento:
"Thanks God!!! I'm at home!!"

quarta-feira, setembro 06, 2006

Depois da bronquite, vamos divagar (com i mesmo!)

Já que Parlatorium significa conversa informal sobre assuntos diversos, vou me dar a liberdade de escrever sobre tudo e coisa nenhuma...



Para os garotos:
"Entre homem e gay, o ideal era ser metrossexual. Depois, ser metrossexual virou demais. Agora, entre homem e metrossexual existe o übersexual. Vão acabar descobrindo que o ideal é ser homem mesmo..."


Uma das piores coisas do mundo é trabalhar com medo, viver com medo, pisando em ovos e com receio de qualquer telefonema. Quando não se tem autoridade para mudar a realidade e não é possível se conformar com ela, a situação fica difícil. E começamos a contar as horas até o fim do tormento.


"Nao me diga que sou fantástica. Mostre-me porque você é fantástico. Este é o caminho"


Sabe qual a maneira de deixar uma situação ruim menos ruim? Pensar que logo você vai se livrar dela. Qualquer pessoa que trabalhe sabe como é prazeroso organizar as coisas quando se está na última semana antes de sair de férias. Parece que produzimos mais, os problemas se resolvem mais facilmente. E este raciocínio se aplica a tudo. Só é preciso um pouco de esforço mental para acreditar que tudo é passageiro, por pior que seja.

quarta-feira, agosto 30, 2006


A revolução que opera em mim é silenciosa. Às vezes manda sinais como olhares estranhos, sorrisos vindos do nada ou um silêncio inexplicável.
Poucas vezes satisfeita consigo e com o mundo. Sempre com fome de algo que não sabe explicar.
A frágil quer ser forte. A forte quer ser frágil. E aquela que abriga as duas naturezas? O que deseja? Satisfação? Admiração? Reconhecimento? Paz? Por que?
Anseio por criatura que enxergue a complexidade e esteja acima deste mundo. Anseio por algo que já experimentei algumas vezes. Vezes estas tão fugazes que só fizeram aumentar o desejo de possuir indefinidamente.
Hoje não escrevo para ser entendida.
Escrevo para me entender.

quarta-feira, agosto 16, 2006

Ao lado, pôr-do-sol na Bahia. Primeiro dia de viagem.

Espirros e mais espirros.
Mal acabo de me recuperar do problema de garganta, ganho um resfriado. Ê vida cruel! Estou pensando se conseguirei apresentar algum seminário, quando mal consigo atender o telefone sem "aaaaaaatchim...".
Meu estado de ânimo ainda não voltou ao normal desde que voltei de viagem. É um tal de repensar ali, repensar aqui. No final das contas, ainda não cheguei a conclusão nenhuma de quem sou, pra onde vou e o que eu estou fazendo aqui.
Mas, ontem vi alguma esperança no fim do túnel. Pode ser só uma luzinha fraca, uma réstia insignificante. Mas já é o suficiente para mais algum tempo de fôlego.
No mais, esperar um tempinho e saúde para continuar posts sobre o Enecomp...
Ah, que cabeça a minha! Já ia esquecendo de falar sobre minha mais recente descoberta: um texto (na verdade, um site inteiro) falando sobre as mentiras que a Veja conta. Você é leitor dela? Acredita? Então ACESSE:

quinta-feira, agosto 10, 2006

Músicas-adjetivo


Já prestou atenção em colunas sociais? Acho muito divertido ver aquele povo com a mesma cara fazendo sempre as mesmas coisas. E os comentários dos colunistas é que são ótimos: "Fulana de Tal num momento radiante", "Beltrana, sempre entre as antenadas da cidade", "Sicrano dos Grudes, com seu maravilhoso negócio", e por aí vai.
Mas o elogio máximo que uma socialite pode receber é ser chamada de "mulher-adjetivo". Levei tempo até entender a profundidade desta expressão máxima de bajulação. Agora compartilho a explicação, para enriquecer sua bagagem de cultura inútil: se eu fosse uma mulher-adjetivo, as pessoas iriam se referir a alguém maravilhosa dizendo "Ela é tão Alek". E daí já daria pra entender toda a magnanimidade da criatura.

Mas a conversa sobre coluna social foi só para fazer uma analogia: existem algumas músicas que para mim são adjetivos. Hoje estou num dia que é um misto de "Lugar ao Sol" (Charlie Brown Jr.) e "Além do que se vê" (Los Hermanos). Explico:


"Ainda vejo o mundo com os olhos de criança,
que só quer brincar
e não tanta responsa..."


"É preciso força
pra sonhar
e perceber
que a estrada vai além do que se vê"


Que música é adjetivo do seu dia? Você é uma pessoa-adjetiva?

ENECOMP II - Festas 2

Luiz Américo tentando me estrangular...Brincadeira, brincadeira...era só um abraço amigo. Ê festa boa!
Eu sempre reclamei da mania de muitas mães de não darem crédito a quem se deve. Por exemplo, você faz algo a vida inteira correta e uma vez que faz errado, é como se tivesse feito errado o tempo todo. Então, para não cair na mesma mania, já que o primeiro post não tinha foto por culpa do Max...
ESTE POST TEM FOTO POR CAUSA DA INFORMAÇÃO DO MAX!
Em letras maiúsculas, pra dar mais destaque.
Queria poder criar mais um texto legalzinho, mas o fato é que só consegui postar aqui porque o sistema ficou fora do ar. Paciência...

quarta-feira, agosto 09, 2006

ENECOMP II - Festas 1


Na foto, esquerda pra direita: Max, eu, Luiz Américo, Debi (maninha!!!) e Madurim (vulgo Felipe Bernardo)



Começar falando de um congresso pelas festas é um tanto suspeito. Mas, quem não deve não teme e como eu FUI a palestras, posso falar sem medo.
Confesso que comprei o pacote de festas com receio. Não gosto de axé, pagode e forró (só se for o forró pé-de-serra) e uma festa com o nome de "Cervejada" não me parecia um show de rock.
Mas por recomendação de todo mundo, lá vamos nós (como diria Minnie num episódio memorável do Pica-pau - aquele da vassoura).
Eu ia falar das produções de figurino para as festas, mas isto merece um post (ou vários) à parte. Por hora, só quero expressar minha IMENSA felicidade em ter podido dançar trance em 4 noites seguidas!!! Ver toda aquela galera se movimentando sob um som muuuito louco foi demais! Rave é ótimo. E com a caravana Maceió, melhor IMPOSSÍVEL! O triste foi só sermos expulsos (delicadamente) da boate pelo segurança.
Embora ainda tenha havido sua parcela de axé, funk e até forró, foi suportável. Deu para dançar sem muito problema e quando a situação realmente ficava muito preta (p. ex.: "Levanta a perninha ai ai") era só tapar os ouvidos e continuar no dois-pra-lá-dois-pra-cá.

terça-feira, agosto 08, 2006

ENECOMP I

Preciso me mudar.
Para onde?
Bem, para uma cidade de crianças lindas e clima frio.
Uma cidade de roupas e sapatos bem baratos.
Uma cidade que não vou esquecer.

O congresso? Ah, foi muito bom também. A mesa redonda sobre Regulamentação da Profissão foi maravilhosa, embora nada conclusiva. E a palestra sobre uma empresa de software livre bem sucedida mexeu com os sonhos de muita gente. Inclusive eu.
Gostaria de ter postado durante a viagem. Qualquer jornalista sabe que notícia fria não vende. Mas prefiro vender notícia fria do que perder o frio de Poços. :-D
Então, deixo este post inicial assim.
Sem fotos, porque o Max ainda não me disse onde estão.
Mas com a sensação de que muitos textos ainda vão rolar...

Depois da tempestade, analisar os estragos... :-)

De volta DO congresso. De volta DA cidade.
Ô viagem abençoada!!! Muita coisa pra contar. É tema pra mais de metro de post.
Mas por enquanto, ao som de Nickelback (quem diria?! Eu, que adoro System!!), só quero escrever por 5 minutos e sobre 5 minutos. Até porque meu horário de almoço está acabando...

A impressão inicial tinha passado. Ido embora, quem sabe? Era o que eu pensava. Ledo engano. Não, tinha ficado apenas mais forte. Os olhos não conseguiam desgrudar e eu me perguntava: "Por que?!""Por que?!". Como resposta, apenas uma alegria indescritível e a sensação de que deveria memorizar cada detalhe daqueles minutos. Porque me lembraria daquilo por muito tempo. Não queria mais continuar com a máscara e isso não acontece sempre. Perco o controle. Saio para me recompor, sem muito sucesso. Mas quando volto, já tenho os olhos menos úmidos. Só o aperto no coração não diminui...Traço planos mirabolantes para jamais ter tempo de executá-los. Quem sabe da próxima vez?
Se Ele quiser, não importa onde, como, quando.

Have a heart.
Now I know that I have.

Agora, já refeita, é só saborear de vez em quando...