quarta-feira, agosto 30, 2006


A revolução que opera em mim é silenciosa. Às vezes manda sinais como olhares estranhos, sorrisos vindos do nada ou um silêncio inexplicável.
Poucas vezes satisfeita consigo e com o mundo. Sempre com fome de algo que não sabe explicar.
A frágil quer ser forte. A forte quer ser frágil. E aquela que abriga as duas naturezas? O que deseja? Satisfação? Admiração? Reconhecimento? Paz? Por que?
Anseio por criatura que enxergue a complexidade e esteja acima deste mundo. Anseio por algo que já experimentei algumas vezes. Vezes estas tão fugazes que só fizeram aumentar o desejo de possuir indefinidamente.
Hoje não escrevo para ser entendida.
Escrevo para me entender.

2 comentários:

Vicente disse...

Verdade, se entender é no mínimo um pré-requisito para se viver bem. E você escreve bem, prende a atenção de quem lê! Volto aqui outro dia. Beijo!

Williamson Goulart (Will) disse...

Faço minhas as palavras do Vicente
Tens o dom!!!!!

Fiquei Curioso em saber o q se passava em sua cabeça neste dia!!
rerer bjos