segunda-feira, novembro 27, 2006

Discordância absoluta!

Comentário da Glória Maria, apresentadora do Fantástico na edição de ontem, se dirigindo aos adolescentes que estão pendurados na escola, repletos de notas baixas:
"...o Brasil inteiro está torcendo por vocês..."

Brasil inteiro, vírgula!!!!!
Eu NÃO!
Não estou torcendo por uma galerinha que brincou o ano inteiro, zombou dos professores e dos pais e se comportou pior do que crianças. Quer dizer, não estou torcendo pela aprovação deles. Torço para que tenham noção da vida, aprendam o valor do conhecimento e tenham responsabilidade. Torço para que sejam adolescentes não no pior sentido do termo (bagunceiros, descompromissados, etc) e sim, no melhor (animados, revolucionários, repletos de energia). Se isso se refletir numa aprovação, melhor. Torço para que o jornalismo pare de destacar os maus exemplos e comece a bombardear os noticiários com bons exemplos: por que não mostrar aqueles já aprovados no 3º bimestre? Por que não associar aprovação-conhecimento, em vez de aprovação-farra?

Será que estou ficando paranóica demais?

2 comentários:

Weslley disse...

Olá, como ultimamente virei um leitor de blog eu li seus 2 ultimos posts.. gostei sim dos dois.. ficaram bons.. mas assim... o de São miguel só me fez refletir um pouco.. assim, lendo oq vc escreveu eu fiquei me sentido um FUTIL.. tipow.. enquanto tem gente se preoculpando em plantar p/ comer etc.. eu estou me preoculpando com acne.. malhação.. engordar essas coisas.. mas quer q eu diga a verdade.. NEM LIGO hehehe.. assim não é "nem ligo" p/ o povo.. claro q eu ligo (de um certa forma) mas o meu nem ligo foi em relação as minhas coisas futeis hehehe... estou começando a pensar assim.. CADA UM COM SEUS PROBLEMAS (talvez um pouco egoista, mas se for tentar resolver os problemas de todos.. aff).. bom.. e pelo visto vc é uma revolucionária mermo né.. vc deveria ter vivido na época da ditadura.. hehehe.. bjão e t+..

Max disse...

eu concordo com a tua opinião... de que adianta ser aprovado se o conhecimento e a experiência de vida adquiridos foi mínimo?